Heiðinn Evrópa

Em busca da Cosmovisão da Verdade

Nacional-Socialismo — 28 de junho de 2019

Nacional-Socialismo

Fundamentação Da Weltanschauung

O Nacional-Socialismo (em alemão Nationalsozialismus) foi uma cosmovisão (Weltanschauung) fundamentada no início da decada de 20 por Adolf Hitler, então membro do Partido Alemão dos Trabalhadores (em alemão Deutsche Arbeiterpartei) e futuro líder do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (em alemão Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei) ou NSDAP, partido esse que tomou o poder na Alemanha de 1933 até 1945 na forma do Terceiro Reich (Das Dritte Reich). Vários foram os contribuintes para a formulação das ideias do Nacional-Socialismo, Hitler, enquanto leitor de diversas obras da literatura, se inspirou nos tratados racialistas e arianistas de sua época; mas também lhe apetecia a literatura europeia arcaica condizente com o período homérico, assim como o romantismo alemão.

Vastamente inspirado em Richard Wagner e Friedrich Nietzsche, sendo Hitler um proponente de ideias subversivas para os conservadores de sua época, tal como proponente de ideias igualmente antiquadas para os progressistas do mesmo período. O debate aparentemente infindável sobre o espectro politico do Nacional-Socialismo é simplesmente desnecessário, sendo evidente que a cosmovisão não se enquadra na democracia por ser hierárquica, e portanto, anti democrática na essência; logo, pode-se admitir que se trate de um sistema totalmente diferente não podendo ser denominado sendo de esquerda e direita, o que o coloca como uma Terceira Posição, politicamente falando.

Dentre as influências na criação da cosmovisão, é possível vislumbrar o que o Fascismo na Itália de Mussolini também propunha, um Estado forte e bem inchado para arcar com as necessidades comunitárias do povo, sem deixar de atribuir a noção da propriedade ao indivíduo; apesar disso, várias noções políticas do papel do estado surgiram ainda cedo no Reich, como a visão de Walther Darré de um estado étnico-ruralista, e a noção de Rosenberg de um parlamentarismo ao estilo da antiga República Roma para substituir o papel do Líder (Führer). Algumas fontes menos conhecidas, indicam uma forte influência do esoterismo na formação intelectual de Hitler, todavia, tais afirmações não carecem de provas e são vastamente documentadas.

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Primórdios do NSDAP

Apesar da semelhança, o Nacional-Socialismo cresceu à parte do Fascismo; ambas ideias vieram à tona em períodos e circunstâncias muito semelhantes, não atoa Hitler e Mussolini foram bons amigos além de estadistas colaboradores. O diferencial do Fascismo para o Nacional-Socialismo não está meramente na ideia de um colocar a supremacia da política no Estado e o outro na Raça, mas sim no fato de o Fascismo ter se desenvolvido como Cosmovisão após ter sido ideia politica, e no caso do Nacional-Socialismo o contrário, a política se desenvolveu a partir da cosmovisão.

Pode parecer algo inócuo e sem muita significância, mas fez toda a diferença. Isso possibilitou uma diversidade de visões de forças políticas aplicadas à realidade, como supracitado nas ideias de Darré e Rosenberg; porém, o que acabou imperando politicamente na Alemanha no período foi o que posteriormente ficou conhecido como Hitlerismo. O Hitlerismo garantia à Adolf Hitler o cargo exclusivo de Führer, e também a autoridade máxima no pais, podendo desfazer as decisões do partido como bem entendesse, mesmo que todos autorizassem ele podia negar, e mesmo que todos negassem ele podia autorizar; portanto, pela amplitude do termo, Hitlerismo acabou se tornando sinônimo de Nacional-Socialismo.

A Weltanschauung Em Ação

Desde o início, Hitler buscou cercar-se de pessoas de confiança, fazendo da história politica do Nacional-Socialismo a sua própria. Tendo lutado na Primeira Guerra Mundial, após o retorno à vida cotidiana do pós-guerra na Alemanha derrotada, Hitler passou a investigar uma cervejaria de Munique, porém, após algum tempo, ele percebeu que aquele local abrigava os membros do citado Partido Alemão dos Trabalhadores, e após ver potencial nas ideias apresentadas, começou a participar das reuniões esquecendo a função de que lhe fora inicialmente atribuída. Como bom orador que era, passou a ter influência no partido, e posteriormente o liderou, até o ponto de finalmente fundar o NSDAP.

Após obter influência em parte da massa muniquense, e graças ao período em que estava vivendo onde a insatisfação com a derrota na guerra gerou várias ordens paramilitares conhecidas como Freikorps em toda a Alemanha, Hitler aproveitou para levar os membros do seu recém estruturado partido para a tentativa de um golpe de estado que ficou conhecido como Putsch de Munique, após o fracasso do Putsch, foi preso junto com alguns de seus camaradas membros do partido que sobreviveram. A empreitada frustrou os planos políticos do futuro Führer naquele momento, porém, abriram as portas necessárias, sendo que lá ditou o seu livro Mein Kampf, que futuramente seria a “Bíblia” da Weltanschauung.

Após sair da prisão, Hitler formou o seu Gabinete de indivíduos mais próximos, os quais incluía Rudolf Hess, Hans Frank e Alfred Rosenberg, além de que iniciou uma série de empreitadas políticas, jogando o jogo democrático da Republica de Weimar sem que os oligarcas suspeitassem de nada, pensando que aquele era apenas um homem que não se vendia, mas que nada alcançaria com seu idealismo arraigado; ingrata surpresa dos magnatas, comunistas e judeus quando em 1933, após uma supremacia de integrantes do NSDAP no parlamento Alemão, Hitler foi nomeado Chanceler por Paul von Hindenburg, então presidente do período Weimar.

À partir de então, a revolução hitlerista tomou os rumos da Alemanha, de 33 à 39; proporcionando uma recuperação massiva da economia, indo da super-inflação do pós-guerra, para um período de enriquecimento da nação e do povo e geração de emprego total para a população, empregando políticas trabalhistas e fazendo um projeto econômico embasado nas ideias de Gottfried Feder com Hjalmar Schacht, que ficaria conhecido como “Mago da Economia”, ideias essas que viriam a ser teorizadas posteriormente pelo economista britânico John Maynard Keynes.

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Juramento da espada Schwert-Schwur

O processo de militarização do país foi algo à parte, tal como a reformulação da educação e examinação de todos os processos desenvolvidos pelo estado, tendo sido essas atitudes responsáveis pela formação do novo conceito de homem do período. Meninos e meninas eram treinados desde a infância em organizações especializadas como a Juventude Popular Alemã (Deutsches Jungvolk) e a Juventude Hitlerista (Hitlerjugend), sendo a primeira uma ala para os mais jovens da segunda. Tais iniciativas proporcionaram o fortalecimento da disciplina, aplicando o conceito básico das doutrinas arianistas de nobreza do espírito na população, independente de classe ou status social.

Outra iniciativa para a superação da condição espiritual da Alemanha anterior à 33 foram resquício também do militarismo inciado pelo Reich, a formação das Tropas de Proteção (Schutzstaffel), amplamente conhecidas como SS, foram o passo principal na formação desse ‘novo homem’, proporcionando treinamentos que valorizassem a disciplina, ensinando rotineiramente o que seria Honra e Lealdade, tanto que foi cunhada a frase Minha Honra Chama-se Lealdade (Meine Ehre heißt Treue) para a organização; há várias fontes que dizem que o princípio esotérico que permeava a formação de Hitler foram passadas para as SS, de modo que a organização não apenas se tornou militar mas filosófica/esotérica, tendo atraído comentários de intelectuais do período como Julius Evola.

O Ocaso Do Terceiro Reich

Com a aproximação do ano de 39, a Segunda Guerra Mundial viria a eclodir; após seis anos do Reich Alemão, as potenciais internacionais estavam furiosas com o desempenho ameaçador da Weltanschauung que agora era motivo de terror para todos os opositores ao regime. O titulo de Terceiro Reich indicava uma sucessão de dois Impérios (Reich) anteriores, o primeiro era o Império Romano, fundado pelo Divino Augusto, o segundo Cæsar; e o segundo nessa linha, seria o Sacro Império Romano-Germânico (Heiliges Römisches Reich).

Portanto, o Terceiro Reich seria a continuação de um legado europeu infalível, um legado que permeia desde Roma, passando pelo medievo através dos Templários, Cátaros, Gibelinos até alcançar as Monarquias europeias até o Sacro Império, onde culminaria na Casa de Habsburgo (Haus von Habsburg) onde os seus sucedâneos do Reino da Prússia (Königreich Preußen) finalmente perderiam o fio da meada tecido por todos esses anos, tendo sucumbido ao jogo de interesses e o poder da influência do capital judaico e dos bancos.

Dessa forma, com medo de que a ideia se espalhasse pelo mundo com mais força como estava acontecendo, o profetizado Reich de Mil Anos estaria fadado a um declínio, as forças dos Aliados se juntaram contra o Eixo, e após seis anos de lutas sangrentas, onde os alemães lutaram tanto no front ocidental como no oriental, Berlim cai e é tomada pelos Soviéticos. Inicia-se então perseguições a alemães, pessoas que tiveram contatos amigáveis com alemães nos países ocupados e um discreto extermínio dos colaboradores tal como ex-agentes do NSDAP que fogem pelo mundo, tal como uma propaganda massiva conhecida como desnazificamento, um projeto para remover qualquer legado do Reich, desde monumentos até livros, tudo destruído e demonizado para garantir que a ideia tão mortal para as potências mundiais nunca mais volte a ser se quer lembrada.

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Nacionais-Socialistas chilenos liderados por Miguel Serrano

Como lembraria o grande líder estadunidense George Lincoln Rockwell, antes de 1945 o Nacional-Socialismo, como aqui foi descrito, era uma ideologia política; após 1945 o Nacional-Socialismo torna-se uma religião; a Weltanschauung finalmente atinge um status diferenciado, se tornando algo maior e mais elaborado, corroborada por vários autores que viveram ao longo e depois do período sem se expressar mais do que o próprio Reich já o fazia; nomes como Julius Evola, James N. Mason, Savitri Devi e Miguel Serrano, proponentes ideólogos do Nacional-Socialismo/Fascismo já como Weltanschauung consolidada e vivida, viriam a ser amplamente conhecidos apenas quase meio século depois da tomada do poder em 33.

Portanto, o Nacional-Socialismo pode ser resumido politicamente como um produto de seu tempo, porém sua ética se tornou atemporal espalhando-se por todo o mundo, tendo se transformado desde os períodos mais remotos anteriores ao Império Romano. Isso significa que a ideia deve ser transmutada, o Nacional-Socialismo deve surgir novamente, como e através do que ainda é desconhecido, mas é como um agente cósmico, que torna a surgir determinado exclusivamente pela necessidade, o arquétipo ressuscitado no período do Reich pode ser estimulado novamente, basta apenas que se tenha os métodos e o Führer necessários para isso.

“O Nacional-Socialismo ressurgiria pois é verdadeiro à realidade cósmica, e aquilo que é verdadeiro nunca passará.”

-Savitri Devi

“Wollt Ihr Den Totalen Krieg?” — 6 de maio de 2017

“Wollt Ihr Den Totalen Krieg?”

Após o relembrado fracasso de Estalinegrado perpetrado pelos alemães em algo que seria o meio da Segunda Guerra Mundial, Dr. Joseph Goebbels faz um discurso no Sportpalast em Berlin que foi irradiado via rádio para outras partes da Alemanha e do mundo tendo como platéia pessoas que representavam cada classe alemã, dês de trabalhadores a altos membros do partido NSDAP que deram voz as assertivas de Goebbels ao longo do discurso.

Em suma, o Dr. Goebbels analisou a partir da derrota de Estalinegrado o que os alemães deviam fazer ou já estavam fazendo para que a guerra tivesse bons resultados, algo muito difícil já que nenhuma guerra é, em verdade, boa. A orientação geral era de que os bares, lojas, salões de beleza e todos os lugares que não se compromissavam com a força bélica do país fossem fechados, pois não seria justo que enquanto um combatente dava a vida no front seus compatriotas bebessem as gargalhadas a noite toda, assim como não é justo que as pessoas gastem seu tempo com roupas elegantes e regalias do embelezamento pessoal enquanto os combatentes tinham de abrir mão da própria higiene.

Todavia, Joseph Goebbels deixa claro que todas essas regalias do dia-a-dia comum podem, devem e iriam retornar ao fim da guerra, caso a vitória fosse alcançada; o livro do discurso tem um teor extremamente político, como se é de esperar, mas também o que me surpreendeu, um teor extremamente preditivo, como o fato da Alemanha ser destruída caso a guerra tombe contra o Eixo (que foi o que houve de fato), além da bolchevização de toda a Europa que, como o próprio Goebbels cita, acontece por vias marxistas e capitalistas, que não seria esse o reflexo de hoje?

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O ponto mais interessante no discurso é o destaque feito ao controle dos bancos pelas oligarquias sionistas, a crítica geral de Goebbels as ideologias inimigas do Nacional-Socialismo/Fascismo e da Europa não é puramente de discordância ideológica, mas sim feita pelo crucial fato de que todo o jogo político dês das grandes navegações até aquele momento tem sido regido e determinado pelos judeus e seus interesses, fato constatado com a criação do estado terrorista de Israel, que se sustenta nas três básicas religiões abraâmicas para garantir sua existência e impedir uma revolta dos goyim no campo religioso, além de usar também os “terríveis nazistas” como desculpa para sua existência política.

Outrossim, Goebbels conjetura o papel da mulher, por vezes falado por Hitler como algo sagrado e do lar, onde a feminilidade devia ser sempre resguardada e protegida pelos homens, agora no cenário da guerra, a mulher foi convocada ao trabalho, mas claro que respeitando sua condição biológica de força de trabalho; mesmo as mulheres, independente de suas classes sociais, deviam entrar com sua força de trabalho para garantir aos homens no front maior condição de continuar enfrentando o inimigo comunista.

Por vezes que o discurso de Goebbels faça destaque e represente um momento específico de sua época, ainda sim é de vital importância para a compreensão da atualidade, por conta das atividades anti-sionistas do Terceiro Reich e dos fascistas por toda a Europa, a terrível caçada aos reais dissidentes não cessou até então, nesses tempos modernos em que a liberdade é tão pregada, ainda sim não há liberdade. Para finalizar cito um trecho do discurso de Goebbels que revela bem o compromisso do governo na época com a população, e o compromisso da mesma com o Reich (bem diferente da atual situação na Alemanha).

“Ninguém é bom o bastante para não trabalhar, e todos temos a unica escolha para atingir uma finalidade maior, ou para perder tudo.”

-Joseph Goebbels

Nacional-Socialismo & Fascismo — 28 de março de 2016

Nacional-Socialismo & Fascismo

Há uma grande desinformação quando a questão é Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto não tem a mínima ideia sobre do que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de caráter nacionalista e anti-comunista, principalmente os da primeira metade do século XX. Entretanto o termo “fascismo” é mal utilizado já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja pra movimentos nacionalistas ou pra qualquer vertente política da qual sejam contrários usando-o de maneira pejorativa. O Nacional-Socialismo é relacionado ao movimento de caráter fascista surgido na década de 20. Costuma-se dizer que o Nacional-Socialismo é uma vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas falsas afirmações, resultadas de difamação e especulação.

Em verdade, todas essas tentativas de materializar o Fascismo são válidas, entretanto, dizem respeito a uma pequena porção real do que entende-se por Fascismo no campo filosófico da coisa. Quando nos referimos ao Fascismo como movimento histórico estamos falando dos diversos movimentos que ocorreram no mundo todo e especialmente na Europa; movimentos como a Guarda de Ferro de Codreanu, a União Britânica de Fascistas de Mosley e o Partido da União Nacional de Quisling são alguns exemplos de movimentos históricos onde a Cosmovisão Fascista ganhou forma sem uma correlação direta necessariamente.

O Partido Nacional Fascista (PNF) e o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) datam do mesmo período, sendo o primeiro de 1921 e o segundo de 1920, só isto já denota que o NSDAP ser uma derivação do PNF é um embuste. Assim sendo os dois movimentos surgindo na mesma época sem nenhum contato entre eles, o motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido em um contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas. Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formação de uma Cosmovisão, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico (para então se tornar uma cosmovisão), possuía como base apenas o sindicalismo sorelista pós-marxista, apareceu como um regime de circunstância, uma reação ao avanço comunista e anarquista na Itália, o Fascismo não apresentava uma doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relação aos movimentos vermelhos.

Em seu manifesto não havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiração doutrinária ou espiritual, apenas simples reivindicações políticas como: o voto feminino, reorganização do setor de transportes, redução da idade mínima para aposentadoria, abolição do Senado, dentre outras cláusulas para o benefício, geralmente, das classes proletárias, medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista. No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar Mussolini no poder, em 9 de novembro de 1923 os Nacional-Socialistas tentam a mesma coisa em Munique, porém falham, resultando em prisões em massa inclusive do próprio Adolf Hitler. Se de qualquer forma o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formação de milícias paramilitares como os Camisas Negras e a SA, mas não diretamente no plano ideológico.

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Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já haviam formulado os 25 pontos do NSDAP, e em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini não tinha nada além de um discurso nacionalista e anti-comunista. As realizações do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo de uma doutrina ou de uma Cosmovisão completa como o Nacional-Socialismo. Então, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, em um espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustrações. Fora essa a tentativa de Mussolini, dez anos depois de subir ao poder, de incluir um aspecto doutrinário e filosófico em seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile, este mesmo texto veio a ser publicado em formato de livro em 1935, dez anos após o lançamento do Mein Kampf.

Embora o Führer cultivasse uma admiração por Mussolini ao decorrer de anos, de maneira nenhuma se deixou levar por suas opiniões, que eram quase apenas políticas e econômicas, enquanto havia defendido uma visão de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a combater o comunismo e a democracia liberal, nunca por suas ideias. Se o movimento fascista inspirou Hitler e o Nacional-Socialismo foi apenas no plano prático, a ideia do golpe de Estado, depois abandonada pelo Führer, e a criação da SA. Porém, é provável que a Cosmovisão Nacional-Socialista sempre bem formada tenha inspirado a tentativa Fascista na criação de uma doutrina.

Pelo Nacional-Socialismo, o estado é um meio de conservar a raça, de melhorar o homem com as virtudes, é um instrumento orgânico criado pelo homem para o homem. O estado na concepção Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles; somente as raças criam cultura, valores e civilização, o estado apenas os conserva e colabora em seu progresso, o estado é a aplicação administrativa e política de uma série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio povo. Para o Fascismo o estado é tudo, formula e põe em prática a vida do homem, as necessidades individuais são suprimidas, enquanto a finalidade sempre é o estado, o estado não existe para o homem, mas o homem para o estado.

Portanto, pode-se observar que apesar de serem ideias que estão literalmente na mesma “classe ideológica”, sendo determinadas como Fascismos, ambas tiveram práticas bem distintas, na verdade poucas coisas foram materialmente similares. Isso se deve ao fato de que o Fascismo não atende a uma classe social especifica, ou a uma raça, ou a uma nação; literalmente qualquer coisa de ordem material não determina o Fascismo, mas sim os arquétipos de esquemas metafísicos referentes a um povo, isso é a essência daquilo que chamamos de Cosmovisão da Verdade, ou para fins de facilitação nos tempos de hoje, pegamos emprestado o movimento mais recente que representa essa verdade: O Fascismo.

“Tudo no estado, nada contra o estado, e nada fora do estado.”

-Benito Mussolini

Origens Do Fascismo — 26 de março de 2016

Origens Do Fascismo

O Fascismo, como termo conhecido hoje em dia, tem sua origem mais coesa e primária na Itália, com Benito Mussolini, mas a sua prática já precedia tal homem que foi buscar na História Romana os alicerces para construir seu aparelho ideológico e os nutrientes necessários para fomentar o nacionalismo de sua doutrina.

A palavra fascismo deriva do latim fasces, que era o termo utilizado para nomear um grande machado romano, de origem etrusca, representando a autoridade e força do governo, rodeado de varas que simbolizavam a união do povo romano sob a égide que simbolizava o estado. Os fasces eram carregados, na Roma Antiga, por um lictor em cerimônias importantes dando passagem para figuras de prestígio em Roma, geralmente magistrados. Esse símbolo é usado até hoje pelo significado coeso que carrega em relação a ideologia. E também figura, por exemplo, no brasão de armas da França e em diversas construções do legislativo mundial, como em outros lugares que carreguem um posto impávido, muitas vezes em ambientes também do judiciário.

Entretanto, o Fascismo não só tem seu nome e inspirações oriundas daí, mas também dos fasci que eram grupos de agitação popular que surgiram na Itália no fim do século XIX e início do século XX (bem semelhantes as Freikorps). Esses grupos eram compostos de jovens nacionalistas fanáticos, majoritariamente da classe média, que descontentes com o regime em vigor, faziam manifestações extremistas, mas que ainda eram bastante desorganizados para uma militância eficaz.

Fasces
Fasces de 600 a.C.

Por mais contribuições que tenha tido a ideologia Fascista de grandes intelectuais da época como Giovanni Gentile, Julius Evola, Gabriele D’Annunzio e mais anteriormente, do grande nacionalista Ernest Renan e do controverso Georges Sorel, ela nada teria sido sem a atuação de Benito Mussolini. O Fascismo é ação e reação, e Mussolini foi o homem prático de ação que moveu o Fascismo, juntou militantes e pessoas descontentes com o governo e ergueu a sua plataforma concreta, carregando com muita coragem e empenho seu estandarte.

Este homem que deu ação ao fascismo, Benito Mussolini, foi filho de um ferreiro e de uma professora. Nascera em 1883, em Predappio, comuna italiana de Emília-Romanha que se situa no centro-norte da Itália. Vindo de uma família humilde, parecia que seu futuro já estava sentenciado à previsibilidade e à simplicidade, tornou-se professor, mas insatisfeito com seu trabalho e com o governo italiano, mudou-se para Suíça onde dedicou boa parte de seu tempo aos livros e às agitações políticas que contribuíam para greves trabalhistas. Tanto nisso se empenhou, tanto agitou, que foi basicamente expulso desse país, aqui já se demonstra que o Fascismo nada teria de “direita” e nada teria de conservador anacrônico, seria, como de fato foi, um movimento revolucionário, que cresceu entre os trabalhadores e a classe média para representá-los e como maioria produtiva da nação, dar a todo o Estado uma característica homogênea seguindo essa linha e formar um só povo, uma só nação.

Mussolini passou boa parte da juventude dizendo-se socialista, mas seu socialismo era contraditório, pois possuía grandes doses do corporativismo, adaptado ao sindicalismo francês mais puxado para o nacionalismo. Hoje se pode compreender que Mussolini dizia-se socialista no que cerne ao povo, à nação, em muitos livros encontra-se a designação de que o Duce era um socialista-marxista, mas isso não é verdade como bem se pode ver, Mussolini achava Marx um tanto quanto ingênuo, e encarava a luta de classes como um aspecto permanente e necessário da existência humana, o que se deveria fazer era discipliná-la, e o único agente possível para que isso ocorresse era um estado forte e absoluto que unisse as pessoas e redimensionasse o conceito pessimista da luta de classes a fim de demonstrar que, na realidade, a vida humana é uma contínua luta contra tudo e é essa luta que manifesta o homem a seguir na vida. Se acaso não houvesse luta, o homem estaria sentenciado a uma existência miserável que não lhe proporcionaria crescimento espiritual algum, para Mussolini a luta de classes não era a única e muito menos existia por fatores externos; a luta era necessária, naturalmente necessária ao homem e à nação.

Voltando um pouco no tempo, contudo, ao contrário do que se possa pensar, o Fascismo Italiano não foi pioneiro, o primeiro organismo de estruturas fascistas surgiu na França, com a Action Française, porém, a esse movimento, faltava coerência política e pulso firme para vingar, ela foi originada por dois homens de nomes pouco conhecidos: Charles Maurras e Léon Daudet. O movimento começou especialmente com Maurras em torno de 1908 e cresceu quando passou a ter suas idéias difundidas através de uma revista, nos anos vinte ela chegou a vender mais de 100.000 exemplares, contudo a desunião interna levou a Action Française ao enfraquecimento, grupos se desuniram e tentaram se reorganizar de maneira mais ortodoxa, vendo o regime de Mussolini como exemplo, entretanto, no fim da década de vinte a Action Française se corroeu definitivamente e terminou, mesmo que poucos anos depois uma nova organização muito mais próxima do Fascismo Italiano tenha surgido (a Croix-de-Feu) o Fascismo na França nunca assumiu posições eficazes e teve mobilizações salientes, faltou-lhe coragem e liderança. Todavia fica aqui evidente que o “Fascismo” foi, na realidade, um movimento global, sobretudo europeu, que se manifestou em várias localidades, independente de algum núcleo centralizador que difundia seus preceitos.

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Cartaz de Recrutamento da Croix-de-Feu (A Vanguarda Senhores! / Pela Justiça, A Ordem e A Paz / Junte-se ao Movimento / Croix de Feu)

O Fascismo foi uma reação aos males do capital estrangeiro e da desordem que caiu sobre a Europa após a Primeira Guerra Mundial e o sucesso dos bolcheviques na Revolução Russa mais a proliferação da ideia desses últimos, não é à toa que o Fascismo é chamado de terceira via: nega o capitalismo e o comunismo.

Na Itália, Mussolini começou a orquestrar a união dos grupos que militavam contra o governo com a classe média e a classe proletária a partir do jornal que fundou: Il Popolo d’Italia. Através dele iniciou a exaltação do nacionalismo e foi se misturando ao povo, criando empatia com eles, a Itália estava segregada, marcada por conflitos profundos, dividida em interesses díspares e por conseguinte, fraca. Mussolini resgatou o espírito de união nacional, mesmo com a derrota e a humilhação infligida à Itália pelos tratados após a Primeira Guerra Mundial pelos seus aliados que a esqueceram e lhe deixaram com o terrível ônus de na teoria ter “vencido a guerra”, mas na prática não ter lucrado com nada e nem ter ganhado nada; a Itália ficou no prejuízo e passou anos com esse gosto azedo na boca.

Organizado os fascistas, Mussolini reuniu cerca de 50.000 milicianos mal armados, mas com a vontade de mudanças no ápice e marchou para Roma em forma de protesto. O primeiro ministro renunciou e o rei Vítor Emanuel, temeroso de não dar o braço a torcer aos Fascistas, convidou Mussolini para organizar um novo governo junto a ele, assim sem disparar um único tiro, os Fascistas por simples pressão popular, conseguiram chegar ao governo por vias legais. Ainda é necessário frisar que o Fascismo não foi realmente totalitário, em seu regime ainda haviam resquícios do poder do rei e também do poder (ou influência) da Igreja, que foi conseguida após o Tratado de Latrão que oficializou a religião católica como a oficial do novo governo, em troca de apoio e reconhecimento. Com apoio da classe trabalhadora, da classe média, da monarquia e da Igreja, o Fascismo só pode crescer e ascender, não havia mais oposição, todos os setores tinham seus interesses assegurados e a Itália voltava a ser um único povo, uma única nação, trabalhando e pensando em sincronia como todo país deve ser e fazer.

Ética Fascista — 25 de março de 2016

Ética Fascista

Mais claro do que isso, mais sincero do que isso, só encontraremos em hipócritas líricos e liberais. A sinceridade e a confiança deve ser a força motriz para tudo, coisa que o Fascismo possui, e para ser sincero, tem de ser antes corajoso: proclamar a verdade é instigar embates com as camadas mais sórdidas e de mentes mais perniciosas que existe. O sistema fascista tem pulso firme em todos os momentos, ele parte de premissas como ‘só quem obedece tem capacidade para governar’ e ‘tudo no estado, nada contra o estado, nada fora do estado’, demonstrando o quanto é necessária a disciplina, pois vê a nação como algo orgânico, que deve mexer-se harmoniosamente, de forma sincronizada para o bem-estar coletivo.

Assim sendo, o Fascismo nega o Liberalismo Clássico que surgiu como necessidade de lutar contra o absolutismo de outrora e já esgotou sua função e necessidade desde que o estado se transformou efetivamente em mesma vontade e consciência popular. O Liberalismo negava o estado no que cerne aos interesses particulares dos indivíduos, ao passo que o Fascismo confirma o estado como sendo a verdadeira realidade do indivíduo. A liberdade do indivíduo é a mesma que a do estado, pois no Fascismo, tudo está concentrado no estado, e nada existe de humano ou de espiritual ou até mesmo de valor fora do estado, sendo a nação a verdadeira realidade humana.

Ao ser colocado dessa forma, o Fascismo parece extremamente perigoso à uma primeira vista, mas deve-se tentar entender como ele chega a essa conclusão e por qual linha de raciocínio ele passa. De maneira bastante clara, o Fascismo acredita que quanto mais civilizado é o homem, menor deve ser a sua liberdade, por exemplo, vemos uma criança com toda a sua ingenuidade brincando na rua, ela esbraveja, corre pela calçada, bate em certos pedestres e negligência algum pequeno colega, com o tempo, essa mesma criança, já não mais criança, anda pela rua em vez de correr, fala calmamente respeitando a todos, realiza suas ações de maneira responsável e não negligencia o próximo ao efetuá-las. Assim verificamos de maneira incalculavelmente simples, que o pensamento maior da ideologia fascista é legitimado pelas convenções culturais humanas.

E ainda sobre essa questão da ‘liberdade’, que é sistematicamente destruída pela autoridade e disciplina do estado Fascista, jogo as perguntas: O que seria liberdade, realmente? Liberdade seria fazer o que se quer? Liberdade seria livre expressão? Liberdade seria desmoronar preceitos culturais e coletivos por uma causa pessoal? Vejam camaradas, que a liberdade, seja qual for a resposta a minha pergunta, é algo que fomenta conflitos, ela nasce da necessidade animalesca do homem em simplesmente enxergar a si no horizonte de eventos; de ver simplesmente a consequência e a causa sobre si. O Fascismo lamenta a liberdade e redimensiona o seu conceito, no Fascismo o cidadão é livre conforme o seu estado também é livre.

Se é perigoso, perguntar-me-iam, tentar construir a ideia de que o Estado será certamente gerenciado por alguém que quer o bem maior, eu diria que de certa maneira sim, há potenciais riscos, mas não me preocuparia caso isso ocorresse num cenário em que pudéssemos ver que o regime ali é explicitamente fascista, afinal, as chagas do poder morrem no início da conversão para o sistema fascista: ultra-nacionalista em todos os quesitos. Podem evidentemente insistir nessa questão, levantando a hipótese de que algum grupo se finja de fascista e tente se apoderar do governo, entretanto eu duvido muito que isso realmente ocorresse, pois o fascismo é reação, é a priori, negação dos valores que degradam a nossa sociedade atual tal como ela está. Um grupo de reação a isso é, por uma questão mínima de lógica, imune a essas contaminações que estão em vigor, por exemplo, se todo X é canhoto, e surge alguém Y, necessariamente saberemos que Y é destro.

Italian Fascism in colour cover

Não percebendo indivíduos únicos, grupos, associações e classes no estado, o Fascismo é contra o marxismo e suas correntes que paralisam todo o desenvolvimento nacional e cultural por uma mera conclusão utópica de uma luta de classes que desconsidera, quase que irracionalmente, a unidade estadual que reúne todos os indivíduos; classes, associações e grupos numa única realidade econômica e moral; uma única realidade homogênea e benéfica a todos. Antes de o individuo ser qualquer classe, grupo ou associação, ele é parte integrante do estado, e consequentemente na concepção fascista, não existe espaço para o marxismo, nem microscopicamente. Também indo de encontro ao marxismo, o Fascismo quer a manutenção da propriedade privada e das instituições que são norteadoras e os pilares da sociedade, o Fascismo portanto, nega o liberalismo,  tal como o marxismo, colocando-se na terceira via, como uma síntese evoluída das duas maneiras de ordenar o mundo.

Como uma autarquia, o Fascismo rebate fervorosamente a Democracia, não a vendo como uma inferência das liberdades individuais, mas sim como o apogeu de conflitos e da desunião de uma nação embasada por uma lógica pífia. A Democracia iguala o povo ao maior número, rebaixando-o ao nível de uma suposta ‘maioria’, como bem disse Mussolini: “A democracia não é um regime com rei, mas sim com vários reis, que são, por muitas vezes, piores e mais tirânicos do que um só…”

Contudo, o Fascismo por certo viés pode e deve ser visto como algo democrático, afinal tem como essência o nacionalismo, a convergência mútua dos ideais da nação, mas diferentemente da Democracia liberal soprada aos quatro ventos, o Fascismo é uma democracia prática, é qualitativa e não quantitativa. Após essa declaração, apresso-me a explicar que quando se diz ‘qualitativa’, não se pretende dizer ‘restrita a um pequeno grupo ou elite’, e sim é uma tentativa de projetar a ideia de qualidade que o regime fascista possui caso comparado com todos os outros. Certamente que o Fascismo não é perfeito, não são projetos que salvam uma nação, nem programas de governo, nem muito menos modelos ‘aptos’, mas sim a ação dos homens. O Fascismo é a ação por essência, ele vai além de ser meramente um regime, uma ideologia, ele tem um caráter universal orgânico, busca ser mais do que um programa de governo, ele é também uma filosofia de vida.

O aspecto combativo do fascista e do Fascismo desmerece qualquer possibilidade de paz perpétua, repele com todas as forças o pacifismo que esconde uma renúncia à luta e uma vileza mascarada. No Fascismo o combate é integral, contra a oposição que visa dividir a nação, contra os países externos temerosos por seus capitais em um país homogêneo e de pensamento e ação sincronizada, contra os aspectos vis do ser humano e a tentação que o chama ao erro diversas vezes ao dia. O lema ‘me ne frego’ traduz bem esse lado do Fascismo e do estado fascista, é uma educação ao combate, a aceitação dos risco que a vida nos confere, uma demonstração da dureza e disposição ao combate e a não acomodação conferida pelos fascistas.

Ao se chegar a esse nível de análise dos aspectos da ética geral fascista, é importante conferir as relações do fascismo sobre o aspecto religioso. O Fascismo estrutura o estado como organização vital e norteadora dos homens, mas bem reconhece a existência dos aspectos pessoais-espirituais que encerram no caráter humano. Em sua época, Mussolini propiciou terreno e influência dentro de sua ideologia a igreja católica, por vezes que o cristianismo não seja uma religião propensa a luta, tendo vários verbetes e versículos que evidenciam mais a servidão que a deliberação do ser. Por vezes que a servidão bíblica seja a Deus e ao divino, a ética cristã perpassa essa servidão também para o mundo social, um dos erros o qual Mussolini não atentou para.

O Fascismo é certamente o modelo mais sincero e eficiente que já foi proposto na história justamente por funcionar organicamente, pode-se averiguar bem isso após muito ler sobre história geral e teoria geral do estado. O Fascismo é sincero, prático e realista, pode tanto ser revolucionário, quanto conservador, só dependendo da condição da sociedade em que esta inserido. É um estado que visa o apoio de todos os seus indivíduos que o reconhecem, que o sentem e que estão prontos a servi-lo, sendo assim, o estado proposto pelo Fascismo estaria muito longe de qualquer espécie de característica tirânica dos estados absolutistas de ‘providência divina’, o indivíduo no Estado fascista não é anulado, nem muito menos só somado, mas sim multiplicado. A defesa do povo, que é o alicerce da cultura e de todas as tradições sobre as quais o Fascismo deseja preservar, é estritamente necessária. O povo para o povo, do povo ao Estado, do Estado ao escudo e a espada.

“A concepção de liberdade não é absoluta porque a vida nada tem de absoluto. A liberdade não é um direito, é um dever; não é uma dadiva, é uma conquista; não é uma igualdade, é um privilegio.”

-Benito Mussolini